Menina beijo primeira data

Quando você beija uma menina pela primeira vez, você não fazê-lo torridly. Na verdade, o mais suave o primeiro beijo, o que é melhor para ela. Seja um cavalheiro beijar uma menina pela primeira vez. Não importa como você gostava dela, o primeiro beijo não é uma porta de entrada para um cenário sensual. Beijar pela primeira vez deve ser feito com confiança e carinho, porque o primeiro beijo é sempre uma maneira de expressar seus sentimentos por uma garota. Um primeiro beijo é muito importante para todas as meninas por causa de sua intensa significado do amor e carinho. A data marca a inauguração da TV Tupi, canal 3 de São Paulo, e a primeira transmissão de TV da América do Sul. ... que seria considerada a 'Shirley Temple brasileira'. Vestida de índio, a menina de cinco anos olhou para a câmera e disse: 'Boa noite. Está no ar a televisão do Brasil'. Neste artigo, vou compartilhar com vocês os cinco passos para um beijo perfeito… Desde o começo do beijo até o fim. Não vamos apenas falar sobre o beijo em si, mas sobre tudo que o engloba. Porque o que engloba o beijo é tão importante quanto o beijo. Muitos caras estragam tudo quando tentam beijar uma garota pela primeira vez… Viva o Beijo, ainda que já tenha passado a data oficial!Menina, esse churras na verdade foi bom demais! Não fizemos porra nenhuma, mas nos divertimos pra caramba! rsrsrsMas estou feliz da vida de estar de volta e poder vir nos espaços que me dão tanto tesão, tanto prazer em visitar, assim como os seus!Beijos, minha linda!!! Bom, isso é normal quando se trata do primeiro beijo: todo mundo já passou por isso ou ainda irá passar. Muitos adolescentes e pré-adolescentes se sentem inseguros, também com toda a razão, esse é um dos momentos de grande descobertas importantes para a considerada “maturidade”. 8 dicas para beijar pela primeira vez (para um menino ou uma menina): 1. Escolha o momento certo para beijam pela primeira vez. Para beijar um menino, a parte mais importante de todo o processo beijo é para garantir que o momento ea liderança até o momento é correto. A menina doce é de aperto e de beijo sua mamã nova bonita Dia de matrizes feliz A cachoeira está no fundo Retrato da menina ... primeira data da posição da menina e do ... apronta-se para a data Feche acima dos pares do adolescente no beijo do amor exterior no dia ensolarado brilhante O cabelo da menina de ondulação da ... Ajudar o cara bonito e menina descer e sujo por beijar uns aos outros sem ser apanhado. Como jogar: Mouse para interagir. Jogos de Ame Jogos de Danadinho Jogos de Beijos Uma data tão linda as meninas merecem vestidos de primeira comunhão 2020 muito bonitos, alias só passamos por essa data uma vez na vida e precisamos preparar nossas filhas para festa com os padrinhos e madrinhas, então para escolher os vestidos de primeira comunhão 2020 preparamos alguns modelos que vão estar na moda.. Sua filha vai ficar muito bonita na igreja vestindo o vestido de ...

Plano que acabou com um triângulo amoroso

2020.07.14 00:18 Bell_13 Plano que acabou com um triângulo amoroso

Olá Luba, editores, falecidos papelões, Pekeaunu Reaves, possível convidado virtual- coronga irus gente tem que ser virtual-, gatas e um adeus para o sexto andar. Bem essa história que vou contar pode parecer muito absurda inicialmente mas com o contexto não ficará tanto assim ( ela é gigante então peguem uma mascara e álcool em gel, quer dizer... Pipoca e suco de uva).
Um ano atrás mais ou menos, eu e meus -até no momento- melhores amigos (vou chama-los de M e T) começamos a contar os segundos pro final da aula juntos e assim que terminou a danada da aula o T me pegou no colo e eu sendo uma boa amiga aceitei, mais conhecida como preguiça.
Porém, entretanto, todavia existem pessoas que tiram tudo do contexto e uma colega (vou chama-la de N) tirou uma foto de quando nos três estávamos saindo da quadra suados e eu vestindo a blusa do M por cima do meu uniforme -estávamos tendo aula de edução física e eu não tinha levado troca de roupa- e postou com seguinte legenda " quando descobrimos duas traições com a mesma pessoa" mesmo que eles não tivessem namoradas -Não será importante então não será necessário guardar.
Duas horas depois da postagem ser feita, o M e o T vieram falar comigo pelo whatsapp- a gente tem um grupo onde conversamos sobre a vida- criando um plano talvez esquisito ou no mínimo malicioso pra apagar aquela foto da memória de todos, a gente fingiria namorar e logo aquilo cairia no esquecimento da escola e a chantagem daria certo- sei que não fez sentido nenhum mas tá- eu por não ter a menor ideia do que eu faria caso aquela foto chegasse aos meus pais aceitei aquela ideia maluca.
No dia seguinte na hora que eu cheguei na escola fui bem calminha pra sala de aula evitando todo e qualquer ser humano que poderia me fazer perguntas sobre o post que a N tinha feito, maaaass como felicidade de pessoa do interior dura pouco quando cheguei na sala estavam o M e o T me roubaram um beijo na frente de metade da sala - cada um roubou um beijo por eu estar distraída, ok?- deixando todo mundo estático e a mim também.
Isso aconteceu por dois dias mais ou menos até eu começar a retribuir os beijos dos dois, só que cada semana que passava o plano dava mais certo já que o blog da escola tava sendo esquecido e a postagem já tava meio morta -no processo do esquecimento- até que em um dia aleatório mais especificamente na primeira segunda feira depois do dia das crianças os meninos que estavam no terceiro A iam passar trote nas meninas do primeiro ano A- onde eu estava- e as meninas do terceiro B - onde a N estava -iam passar trote nos meninos do primeiro ano A- onde o T e o M estavam.
A gente havia tido uma conversa no dia anterior pra parar de se falar naquela semana para as pessoas entenderem como se a gente tivesse terminado, só que tínhamos esquecido daquele trote.
Resultado: dois meninos, o G e o F, jogaram leite em mim e a camiseta por ser branca e de linho ficou quase transparente, o M e o T ficaram com farinha no cabelo, o M ficou sem camisa por ter me emprestado e ainda tiveram que explicar pro diretor, que era pai do M, do porque ele tinha ficado literalmente sem camisa no meio do primeiro ano e do ensino fundamental 1.
Duas semanas depois daquele acontecimento na data do meu aniversário eu convidei os dois pra ir na minha casa e vi meus pais conversando com eles, horas depois eles me propuseram o triangulo amoroso e eu aceitei.
Essa foi minha história que eu deveria criar uma fanfic sobre. до свидания (tchau)
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2020.06.09 04:11 Lady_killer666 "A MELHOR AMIGA"

Olá turma, lubisco, gatas, etc etc que talvez estejam lendo isso, tenho muitas histórias mas pra primeira escolhi essa.
Bom, tudo começou quando uma menina e eu fizemos amizade, nos demos bem e com o tempo viramos melhores amigas, porém logo percebi que não podia contar com ela, quando tava mal e precisava muito de um abraço ou apenas conversar ela sempre interrompia pra falar de machos e blá blá blá, eu me interessei em namoro e tals meio tarde comparando com as pessoas ao meu redor que com 14 anos já estavam apaixonadas eu tava lá brincando com brinquedos que achava perdidos no meu quarto, porém quando eu comecei a me interessar por um menino aqui da rua msm, comentei com ela, e como ela msm dizia "eu vi ele primeiro,portanto eu gosto mais dele" e se ela tentasse algo óbvio q ele ia acabar ficando com ela, ja q eu n tinha nenhuma experiência no assunto e era super tímida, passei meu número pro tio dele passar pra ele jaq o tio dele é basicamente o vizinho da frente, ela deu o número dela tmb mas pra outro menino vulgo amigo desse garoto, comecei a conversar com ele e tals nd rolou, porém qnd ela veio aq em casa eu peguei o Cell dela pra mexer jaq sabia a senha e ela pediu ele em namoro pelo wpp msm óbvio q n gostei mas meu bom coração mandou eu fazer nd, até que muito tempo dps eu já nem gostava dele, um menino dizia gostar de mim isso foi fim de 2017 e ele tentava me beijar de surpresa só que eu não sentia o mesmo e já deixei claro, mas todos falaram que era a chance de eu tentar e tals e com o tempo me permiti gostar dele, eu não gostava pq evitava a todo custo esse sentimento, enfim ela queria q eu perdesse meu BV na frente dela e eu não queria, não naquele momento, ele ficou triste q n me beijou e ela ainda disse q beija ele então pra me ensinar depois de uns dias disso eu fui viajar e no ano novo ela coloca um status com a data daquele dia e um monte de coração, anel e um casal e eu perguntei se ela tava namorando e adivinha com quem? Exatamente com o menino que gostava de mim e q eu fui forçada a ficar porém n fiquei pq ela n manda em mim, e eu fiquei tão puta com ela que até hoje eu evito ela, sempre que ela pede pra vir aq eu invento algo diferente só pra ela n vir pq ainda tenho coração bom e não consigo dizer que não quero é isto lubixxco um beijo pra quem quiser =30
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2020.06.06 18:57 PedroMR18 Eu sou o babaca por brigar/discutir com um homossexual (leia tudo para entender mais)

Olá Luba, gatas, editores, convidado que quase nunca está aí (não é bullying se é verdade) e turma. Meu nome é Pedro e eu sou de Belo Horizonte, ent se quiser fazer o sotaque mineiro, pode fazer.
Obs: desculpa se ficou muito grande a história
Título: Eu sou babaca por discutir com uma pessoa homossexual?
(Eu sei que o título já diz que eu devo ser o babaca, mas continue lendo pra poder entender de todos os detalhes)
Bem tudo começou no início desse ano, quando eu entrei em um grupo de Whatsapp, aí assim que eu fui perguntar o que que tava acontecendo, a minha amiga, vamos chamar ela de Bianca (ela era a Admin do grupo) falou que depois daquela última vez, ela queria tentar sair de novo (meus amigos e eu tentamos sair em grupo no final do ano passado, mas acabou não dando certo). Aí quando eu fui ver, já tava todos os meus outros amigos, ela(Bianca), eu, vamos chamar os outros amigos de Alice, Karen(diferente das outras, essa é legal) e o Herman. E eu, como a maioria das pessoas de 14, 15 anos, que é bastante comum sair com os amigos nessa idade, eu nem pensei duas vezes e já aceitei o pedido(também eu só consigo ver eles pessoalmente 2 ou 3 vezes por ano, porque eu tinha me mudado de escola já faz uns 3 anos, mas eles não, só o Herman e um outro amigo meu que foi comigo para outra escola). Pois bem, além de mim, todo mundo também concordou sobre a idéia, o problema era pensar em um lugar legal para a gente poder ir e no dia e hora. Ao longo daquele dia, foi surgindo várias ideias, até q as duas que chamaram mais a atenção foram da gente ir no paintball e no Scape Room. Quem tinha pensado no paintball foi a Karen e quem pensou no Scape Room foi a Bianca, e sem pensar duas vezes, eu concordei na ideia da Karen, a do paintball, pois eu já tentei ir acho que 4 vezes em algum paintball, mas eu nunca consegui, então eu vi em mim uma oportunidade de eu finalmente conhecer, sentir, pisar, e o mais importante, jogar paintball pela primeira vez na minha vida. Depois de algum tempo, a Bianca teve a "brilhante" ideia de querer chamar mais gente para pode ir no passeio, todo mundo aceitou a ideia e nós começamos a chamar mais gente. A Bianca acabou chamando duas pessoas, vamos chamar eles de Marcelo e Léia, e eu chamei aquele meu outro amigo que foi pra mesma escola que eu, vamos chamar de Carls. Ok, agora ao invés de 5 pessoas, nós agora tínhamos 8 e até agora nós já tínhamos planejado apenas um terço do passeio, que é quem que vai, os outros dois terços eram aonde e quando que seria, então depois do Marcelo, Léia e Carlos terem entrado no grupo, nós fizemos uma votação para saber em qual lugar nós iríamos, e de oito pessoas, ficou 5 a favor do paintball e 2 a favor do Scape Room. Assim que vimos os votos, todo mundo aceitou a ideia do paintball, menos a Bianca, por que pra mim, deu pra perceber que ela tinha perdido o ânimo de ir no passeio por que perdeu uma votação boba e que queria muito ir no Scape Room, mas eu não tinha tanta certeza disso e não falei nada e só continuei seguindo a minha vida. Bem, depois de algum tempo, talvez até um dia depois, ouve o ponto principal dessa história, enquanto todos nós estávamos planejando tudo, as vezes nós zoavamos, brincava, se divertia e conversava uns com os outros, e uma das pessoas que estava fazendo isso era o Marcelo, e ele conversava tanto, mais tanto, que na primeira hora que ele entrou no grupo, eu já descobri que ele era homossexual, estudava na mesma escola que as meninas e mais um monte de coisa. Até aí tudo bem, mas é agora que deu ruim, por que um dia, eu estava com uma dúvida sobre tal assunto, aí o Marcelo veio me responder desse jeito: "Amado, não é assim não...".Na hora, eu achei aquilo muito estranho e fui dizer a ele que eu não queria ser gay e que eu estava afim de uma menina, o problema é que ele gostava muito de falar a palavra Amado(a), só que já que as meninas eram as que mais falavam naquele grupo, ele acabava falando mais a palavra amad(A) do que amad(O), e eu só percebi isso dias depois, e depois de eu ter falado aquilo com ele, ele do nada começa a me xingar, discutir comigo, ele até começou a do nada falar ou cuidar da minha vida pessoal, como que eu nunca vou ter uma namorada e etc, e ele ainda falou que EU é que estava cuidando da vida dele, e pra piorar, a Bianca simplesmente do nada começou a apoiar o Marcelo, eu não sabia se ela queria zoar da minha cara ou se ela estava querendo jogar toda a raiva dela em mim. Na hora eu não estava entendendo mais nada, e toda vez que eu tentava pelo menos explicar alguma coisa, mais comentários ruins estavam chegando, não dando nem como eu explicar pra ele a situação. A parte boa dessa discussão foi que pelo fato de eu ser uma pessoa "muito zoeira", eu as vezes mandava umas figurinhas durante a discussão, e eu lembro que o Herman até me ajudou uma hora mostrando a figurinha da carta reversa do Uno. Bem, a treta continuou por um tempo, e acho que estava todos lendo a conversa, até que uma hora eu decidi sair do celular por um tempo e fui fazer outras coisas da minha vida, a sorte é que eu estava com raiva, mas é aquela raiva que você quase nem sente ela por dentro (não sei explicar melhor). Bem, chegou o grande dia, o dia em que eu finalmente jogaria paintball na minha vida, o problema é que eu não parava de pensar no que o Marcelo disse ontem, mas eu não deixei isso me atrapalhar. Chegando lá estava todo mundo, menos a Bianca (vocês já sabem o por que), quem não estava lá também era Léia, pois ela disse que ela infelizmente não tinha como ir e tinha que cuidar do irmão (eu não sabia se era verdade ou não, mas ela era legal, então eu acreditei naquilo) e quem também não estava lá era a Alice, e você deve estar se perguntando, o que aconteceu pra ela não poder ir?, e eu respondo: nada, ela não falou nada. Eu só não me abalei com as 3 não poderem ter conseguido ir, por que eu já estava cansado de ter que mudar a data do passeio por causa que não dá para alguém ir em tal dia, e também o Carlos tinha chamado um outro amigo dele e o irmão dele. Bem, depois de eu ter chegado lá, estava todos sentados no vestiário, provando as roupas, e quando eu sentei no banco que tinha lá, a primeira coisa que a Karen fala para mim é: "eu falei com a mãe da Bianca e ela disse que não sabia de nada sobre o passeio", na hora eu não falei nada, mas dentro de mim estava uma festa por que eu sabia que ela tinha deixado de ir por alguma coisa. Bem, depois de vestirmos as roupas, nós fomos para a área de tiro, e lá a gente jogou por um 1 hora (obs:eu e o Marcelo ficamos no mesmo time, e nada deu errado, nós até ganhamos o jogo e eu JURO que antes do jogo, eu iria apertar a mão dele e dizer: bom jogo, mas acabou não dando certo, pois já estavam todos esperando e eu ainda tinha que guardar minhas coisas pessoais), e depois do jogo, nós aproveitamos e fomos no shopping que tinha do lado do paintball, e lá nós fomos comer, lá estava legal, as unicas partes ruim de lá é que eu fui enganado pelo burguer King, pois eles me deram um hambúrguer vegano que tinha carne (aquela carne que é modificada pra ter apenas coisas sem carne), e a outra coisa ruim foi que eu não conversei muito com a Karen, pois ela veio junto com o Marcelo e ele estava do lado dela o tempo todo, e eu não iria conversar com uma amiga que eu gosto com uma pessoa que não gosta de mim do meu lado. Bem, esse foi o meu dia, foi muito legal pra mim, e quase nada me tirou do sério. PARTE BÔNUS: alguns dias depois, quase ninguém falava mais nada naquele grupo(detalhe, a Léia é grande fã sua e ela acabou colocando uma foto sua de perfil e mudou o nome para Bahh néh vish kk), só falamos de como foi o dia e depois só, até que veio um dia em que o Marcelo continuou falando mal de mim e até me retirou como um dos admins do grupo, mas eu consegui ser uns dos Adm de volta e depois ele falou que se eu encostar, conversar ou me meter com os amigos dele (que também eram os meus amigos), ele disse que eu estaria ferrado, e eu acabei falando que eu estaria MUITO ferrado, pois 2 dias depois seria a festa de aniversário do Herman, e todos estariam lá, menos ele e a Léia(o problema é que ao invés de falar que seria daqui a 2 dias, eu acabei falando q seria no dia seguinte, o que fez a Bianca e o Marcelo rirem de mim). Uma semana depois o Marcelo resolve sair do grupo e fala por que "ele já estava em outros grupos" e a última coisa que ele falou antes de sair foi: "ahh, e Pedro, deixe de ser um babaca, ok?". Na hora em que eu li a mensagem, eu falei pra mim mesmo: "esse cara é um sem vergonha" e já que eu sou uma pessoa meio que "teimoso", eu fui falar com ele no privado sobre ele ser um sem vergonha, e logo depois ele começa a cuidar da minha vida de novo e fala que ele dá mais valor pras meninas do que eu e que ele ajuda elas nos momentos mais difíceis, uma mentira, pois eu falo com elas todos os dias (por causa da quarentena eu deixei de falar um pouco) e já resolvi muitos problemas delas. Depois daquilo tudo, eu resolvi bloquear ele e eu nunca mais vi uma mensagem dele.
E então, quem foi o Babaca da história?
Bem Lubisco, espero que tenha gostado da história, desculpa se ficou muito longo, mas eu precisava escrever isso, espero que tenha gostado, assisto todos os seus vídeos já faz um ano (por incrível que pareça, eu comecei a ver eles no dia do seu aniversário do ano passado kkkkkk). Beijos, tenha fé que você não vai morrer sozinho, use sempre fones de ouvido daqueles de obra quando o Jean estiver no vídeo, não postem memes no turma-feira, volte a reagir o canal Janela da Rua, termine o Led, concerte os papelões e te adoro ≥30.
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2020.06.06 16:08 GazellaLachifre O beijo perfeito

Olá, sou uma menina pan, que ainda tem muito para viver. Podem me chamar de Gazella, e alerto, essa história é graaande e fofa, depois tem continuação com tragédias. Porém, gostaria de compartilhar esse momento da minha vida.
Bem, em 2019, eu tinha acabado de superar do meu primeiro relacionamento de verdade, esse também, uma bosta daquelas. Mas felizmente, estava saindo de uma escola que eu eternamente vou odiar, ou talvez não. O motivo de eu odia-la, é outra história para contar. Quando eu saí dessa escola, eu estava louca para namorar uma menina, desesperada por um romance, eu tinha 14 anos e talvez, ainda nem tenha idade para viver um romance de verdade. Eu tinha um grande crush numa menina da minha antiga escola, que continuava a ser minha amiga e ir me visitar no colégio em que estava no momento. Eu deixava muito claro que era afim dela, mas, ela não estava preparada para sair do armário e também eu não posso e nem devo puxar ela para fora dele. No final, ela acabou me decepcionando com as indecisões dela sobre mim e eu acabei seguindo a vida sem a guria. E onde eu quero chegar com isso? Então, isso foi o que me deixou louca para conseguir algum crush em alguém, pois eu não tinha feito amizades na escola, portanto, sem motivos para querer ir e me empenhar nos estudos. Mas sabe o que poderia me deixar animada para ir na escola todos os dias? Um crush, daqueles que você sabe que provavelmente nunca vai ter, mas era suficiente para mim. Daí apareceu minha amiga, Lex, que na época, do nada me deu um Doki Doki e por algum motivo, veio do olhar que ela me direcionou (quase nem direcionou), tinha sido muito UOu. E eu entrei numa missão em saber se eu tinha chances com aquelas menina, no final, não perguntei nada pq tinha muita vergonha na cara para chegar do nada e falar "coé, gostaria de dar uns pegas?" E aí, que uma colega de sala, antigamente ficante de festa, me disse que ela tinha uma prima sapatão, ou seja, pelo menos assumida para si mesma. Me bateu um fogo no cu, que rapidamente eu pedi para informações sobre ela e se eu tinha chances. E vocês já sabem como termina, né? Contatinho trocados. Conversa vem e conversa vai, eu e essa prima da coleguinha, combinamos de sair o que era para ser um encontro nosso. Curiosidade, seria a primeira vez que sairia sozinha com alguém sem meus pais conhecessem esse alguém. Por mais que tivessem duas velas no encontro, o irmão dela, que a levou e o amigo dela que teve que ir ou a mãe dela não deixava ir "sozinha", ele não pode ser mais perfeito para o primeiro de todos. Sim, foi meu primeiro pq o antes dela nem fez um esforçinho. No final, não teve beijos, ou coisa assim, foi fofo e eu me diverti muito com ela. Sonsa do jeito que era, eu pensei que a Lulu era a destinada. Sinceramente, é um pensamento fofo que eu tenho da minha parte mas bem problemático. Passou-se um tempo e do nada estávamos namorando, aliás, nem data teve para o começo do namoro porquê não teve pedido??? A gente somente começou a chamar-se de namoradas. Mas, a gente ainda não tinha dado um selinho, e bem, adolescente, fogo no cu, destinadas, já sabe né. Um fato relevante, meus pais ainda não sabiam sobre minha sexualidade. Com o pensamento de pegação em mente, eu chamei ela para vir aqui em casa, quando não tivesse ninguém, o que ano passado era bem comum já que meus pais trabalhavam e meus avós cuidavam de meus irmãos mais novos. E deu certo, mesmo nervosa, ela veio. No começo foi conversar para lá e cá, até eu ter uma atitude e dar o primeiro passo. Eu nunca na minha vida, até aquele dia, eu sabia que conseguia dar o primeiro passo, que no caso, se eu não o fizesse, ficaria sem a porra de um beijo, e eu queria muito saber se o beijo era tão bom quanto nossa comunicação. E rolou gente, E COMO ROLOU, foi a primeira vez em que me senti em uma fanfic, eu juro pela minha vida que eu senti minha barriga cheia de borboletas e eu estava muito nervosa. Foi tão fanfiqueiro o beijo que tinha até suspiros no meio, sabe, quando você admite que está gostando ao se derreter num suspiro? Eu nunca fiquei tão feliz por causa de um beijo. No entanto, quando a gente se separou, o nervosismo bateu, eu levantei e saí andando para cozinha. E eu voltei, ela tava sentada no sofá como estava antes, daí eu saí e voltei, até parar no lugar e olhar para ela. Lulu tava com um olhar tranquilo e super na boa, enquanto eu estava tremendo, e mais tarde ela ainda teve a cara de pau em falar que estava super nervosa igual a mim. Ok, né, eu acho que ela percebeu e me chamou para voltar pro sofá, pedindo por mais um beijo, e mano, se eu não estivesse vermelha, naquele momento estava ardendo que nem pimenta. Rolou mais um beijo, um pouco mais quente que o anterior, mas foi aí que eu fiquei mais nervosa ainda pq eu nunca tinha me sentido assim a alguém, então, quando nos separamos de novo, eu fiquei vários e vários minutos abraçada a Lulu, acalmando os ânimos, tentando apagar o fogo que só aumentava. No final, ela teve que ir embora, pois estava ficando tarde e ela tinha que voltar para casa logo, eu fiquei por muito tempo pensando no beijo e acabou sendo o único de nosso relacionamento. O próximo post, conto sobre o porquê que foi o único.
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2016.07.18 14:45 999Luzeiro A praia está perdida

publicação original no Medium
Eu sempre subi àquele terraço em dia de festa. A arquitetura brutal, o piso grafite e a irremediável falta de uma paisagem que preste (comum à capital, aliás), jamais foram capazes de reduzir a alegria que sinto ao visitar minha única irmã. Percebo, desta vez, que o luto se expressa pelas varizes nas paredes que rodeiam a escada, no metal frio e azedo do corrimão e, finalmente, na sensação de pisar em um cinzeiro proporcionada pelas placas erodidas do piso. A feiura é oportunista, e no dia de hoje, saiu em carnaval.
Lá estava o meu cunhado, abaixo de uma das pontas do varal, investigando pelos espaços vazios do gradeado uma possibilidade de escorrer pelas paredes externas do prédio de nove andares. “Você comeu, Felipe?”, foi o meu único cumprimento possível, e “Hum, comi” foi a única resposta que lhe pareceu honesta. É claro que comeu — alguma vez na vida — mas duvido que tenha tido estômago para reiterar tão prazeroso e exigente hábito, hoje. Hoje não, pois o meu cunhado, marido da minha única irmã, perdeu o único filho. Meu único sobrinho e afilhado. Minha dor não é pequena, mas no topo do pódio da orfandade inversa, temos a minha irmã, coroada de espinhos e de cama há dois dias. Em seguida, Felipe Remador, estático no terraço em pleno inverno e com o estômago vazio. Talvez eu em esteja em terceiro lugar, junto com a namorada do Léo, não sei. O que sei é trago as notícias, como um relâmpago invisível que transformará os tímpanos do ouvinte em peito.
“Escuta, Felipe.” E descrevo como um apresentador de telejornal excessivamente soturno o desdobrar dos fatos do dia: encontraram o corpo preso ao recife, poucas escoriações, a causa mortis foi mesmo o afogamento, está tudo acertado para o enterro amanhã, no Parque da Colina. Falei com a mãe da namorada, ela não vai, está em choque. Aquele menino, Raul, ainda não voltou a Belo Horizonte. Me ligou do celular do Léo, estava com uma voz tenebrosa. Está tudo pago, não se preocupa. Eu estou muito bem empregado e não é hora de falar disso. E dou sequência, como ventania: “Preciso te contar uma coisa, Lipe, o Léo me ligou no dia anterior ao sumiço, e a conversa estava mais estranha do que de costume…”
“Eu comi, sim. Tem macarrão, se você quiser.” E me corta como se nos falássemos pela internet, com enorme atraso. E começa a me contar do filho: coisas que eu já sei, mas só me resta ouvir mais uma vez.
Leonardo Remador nasceu com o cordão umbilical em volta do pescoço, sem choro e nem desespero. Nasceu sorrindo. O obstetra achou que estava se contorcendo pelo sufoco, mas não: era um sorriso mesmo. “Esse é forte, corajoso” — daí ‘Leonardo’ — disse, para encher o pai de orgulho, enquanto a enfermeira entregava o Príncipe aos braços da mãe. Era um Príncipe, quase enforcado, porém um Príncipe, como são todos os recém-nascidos após a Proclamação da República. Não parava de se mexer e olhar ao redor, como se procurasse por mais um corda para se amarrar, e se apertar.
Começou a andar com oito meses (o que o pediatra considerou um recorde) mas o pai já reparava que muito antes o guri já ensaiava ficar de pé. Era uma brincadeira nervosa: apoiava-se nos joelhos e esticava as pernas trêmulas, e em dois segundos caía. “Toda criança faz isso”, diz o pediatra sem querer estregar o encantamento do recém-pai. “Não”, continua Felipe, “ele não cai e chora. Ele cai a dá a maior gargalhada. E se levanta e se joga de novo. E ri. Se já soubesse falar ia chamar isso de ‘brincadeira da gravidade’, sei lá”. E descreve a forma como o filho olha para baixo ao cair, como se quisesse testemunhar cada segundo do trajeto. “Às vezes o Léo tem um senso de humor maior do que o das outras crianças”, desconversa o jovem doutor, voltando os olhos adestrados ao monitor adestrador do computador.
Aos cinco anos chorava e dava escândalos quando o pai se negava a dar uma volta de motocicleta com ele pelo quarteirão. Quando o seu desejo era atendido aos finais de semana, voltava para casa dócil e calado, prestes a cair no sono e recompensar os pais com o silêncio que o casal tinha antes do Príncipe ter vindo ao mundo.
E ele foi ao mundo: no futebol, só jogava como goleiro pois nas outras posições não podia atirar-se pelos ares e havia menos risco de levar uma bolada na cara. Na natação, perdia as instruções do professor por se interessar mais pela apneia. Se deu melhor nas artes marciais, para o desespero de sua mãe que não suportava ter que aplicar curativos duas vezes por semana. Finalmente, na puberdade, a coragem e o senso de humor exagerado tornaram-se insuportáveis. Gostava de provocar o pai pelo simples prazer de escutar sua voz engrossar e ameaçá-lo. Sentava-se na janela para ouvir música e balançava-se para frente e para trás em um ângulo cada vez menos agudo, cantarolando sossegado até que a mãe o via do corredor e gritava de susto. Só se interessava pelas garotas que já tinham um namorado, e aos treze anos voltou para casa com um olho roxo e os lábios rasgados por roubar um beijo de uma garota mais velha que estava a dois metros do cara mais velho ainda que a namorava. Os pais concordavam que aquilo não era rebeldia pois sempre que aprontava alguma o adolescente passava os próximos dois ou três dias obediente e calmo. Ele tinha ideias que beiravam a burrice e após um longo ano de acidentes e notas baixas, foram atrás de especialistas, pois o primeiro médico que o tocou estava mesmo errado. Leonardo, segundo o psicólogo, era um bom rapaz, mas era melhor ir ver um psiquiatra. O psiquiatra — que por curiosidade saltava de para-quedas nos finais de semana — também não viu nada de errado no garoto, mas por via das dúvidas, recomendou um amigo neurologista. Após mapear o cérebro de Léo, confirmou a boa saúde mental do rapaz, mas seguiu uma pista em sua circulação sanguínea nos exames de rotina que o levava a crer que o nível de adrenalina era muito mais alto do que o normal. Com a ajuda de um endocrinologista constaram que a coragem de Leonardo era na verdade uma doença rara em suas glândulas renais que produziam uma quantidade excessiva daquele hormônio, viciando das íris aos pulmões, passando pelo coração e todos os músculos. O pai teve que vender a moto e um carro, mas pagaram o tratamento e aos dezesseis Léo já não andava mais com sua bicicleta sem freios pelo bairro. Apesar de não ser dos mais espertos ou um dos mais bonitos, tinha um talento único com as mulheres, já que a possibilidade de rejeição o atraia, coisa que não existia em homem algum. Aos dezenove, arrumou uma namorada sem namorado, Júlia, e achava o máximo quando a menstruação dela atrasava alguns dias, e é claro que não era nem um pouco favorável ao uso de preservativos. Dizia apenas que era uma pessoa simples e que gostava das diversões curtas pois a vida, em si, era mesmo curta. Raul, um dos seus amigos mais antigos, ria e dizia que o problema é que os momentos simples de Léo poderiam encurtar a vida mais ainda. Era grato ao parceiro, pois mesmo sem se interessar por um baseado, Léo era o único disposto a entrar com ele nas favelas para comprar aquele mato amassado.
Apreensivos, os pais viram o garoto tirar a carteira de motorista. Nenhum problema, a não ser as multas por excesso de velocidade que eram pagas pelo próprio rapaz, que se virava na papelaria do pai do Raul. As pessoas que conviviam com ele acabaram se acostumando e até mesmo os pais deixaram de se preocupar tanto e esqueceram que “o jeito dele” era um problema sério. Júlia, segundo um psicanalista freud- ou junguiano (precisamos diferenciar charlatões?), no fundo morria de tesão por caras irresponsáveis, Raul (nas palavras de uma pedagoga do Ensino Médio) também não era exemplo de comportamento e assim Leonardo tocou sua vida abusando da sorte.
Acontece que, mineiro que era, Léo poucas vezes foi ver o mar, e só o fez ao lado dos pais, que não gostavam muito de areia. Aos vinte e um foi ao litoral capixaba com Júlia, amigos dela e o tal do Raul. Uns dois ou três dias antes da data da volta para casa, Léo me ligou. Ouvi o pequeno trip journal que, não sei porque, decidiu me contar ao custo de todos os créditos do seu pré-pago. Começa bobo e vai escurecendo, como a apresentação de um palhaço trágico, e eu me arrependo de não ter anotado algumas partes, ou gravado a conversa toda.
Em janeiro, o sol derramava-se do alto e refletia na areia e no mar, queimando sua pele branca e agredindo seus olhos não muito escuros. Gostou daquilo, mas logo à frente estava algo que o seduzia muito mais, o próprio mar. Não entendia como tantas pessoas aguentavam ficar o dia inteiro sentadas em cadeiras de plástico bebendo e comendo ao redor dos quiosques sem nem se aproximar das ondas. Logo no primeiro dia, subiu com Raul em um morro baixo com os pés descalços e sentaram-se em rochas negras que um dia formaram um coral. Enquanto o amigo apertava um, viu uma mulher alta e bronzeada, de cabelos morenos e músculos bem definidos mergulhar nas águas e nadar por quatro minutos, sem parar, traçando uma linha quase reta. Ao distanciar-se da praia, as ondas tornaram-se maiores e algumas pessoas já acenavam para que ela voltasse. Desapareceu atrás das ondas por alguns segundos, e, depois, sorrindo, nadou de volta como se estivesse em uma piscina rasa. Gostou daquilo.
Nadou com Júlia um bom tempo pela tarde, sem se arriscar de mais. Toda vez que olhava para a linha do horizonte, se distraía a ponto de deixar de escutar o que a namorada falava. Lembrou-se de como aquela morena conseguiu ir tão longe com tanta calma. Gostou daquilo, mas gostou de mais. À noite, após uma bebedeira na casa dos pais de um dos amigos de Júlia, Léo teve sonhos agitados. Quando acordou, lembrou-se de três: primeiro, mordia o cano de uma arma de fogo que um homem encapuzado que apontava para sua cabeça, rindo da falta de coragem do assaltante em disparar. Em outra situação apontava para a namorada que trocava de roupa, mostrando para Raul. Por fim, sonhou que nadava no fundo de um lago e respirava normalmente embaixo d’água, sem precisar voltar à superfície.
Saiu sozinho para comprar pão e o que mais precisassem. Como em qualquer cidadezinha do litoral do Espírito Santo, encontraria uns cinco botecos para cada padaria ou mercearia — se a mercearia vender cerveja, não sei dizer como ficaria a conta, mas enfim, por uma questão estatística decidiu tomar uma antes de cumprir a sua missão de levar comida à namorada e aos amigos.
Ao final da primeira garrafa daquela cerveja fraca mas bravamente gelada, Léo olha em volta e percebe a presença da nadadora alta e morena. Não a tinha visto ali, sozinha na outra ponta do balcão, que era em éle e permitia tal ponto cego. A moça olhava para ele e achava graça da miserável atitude do menino de quase torcer a garrafa que já havia acabado. Ofereceu a sua, cheia, e lá vai Léo conversar fiado com uma mulher linda e aparentemente solteira ao invés de levar pão para a namorada. “Ela achou o meu sobrenome o máximo, tio. Disse que eu devia nadar muito bem, porque, ‘Remador’, né. Mas já devia estar bêbada. Achava graça de tudo. Meio doidinha, acho que não estava me dando mole, só tentando escapar de um cara lá que não parava de mexer com ela. Mas eu não vi o cara. Eu estava tranquilo também, cê sabe que eu gosto muito da Júlia. Mas então, cê lembra daquela menina que nadava comigo na equipe da escola? Você já deu carona pra ela. É a cara, tio. Eu pensei que fosse ela.” Tirei o celular do ouvido para ver o tempo da conversa no display. 52 minutos. E o menino não parava de falar. “Vai comprar o pão, ô sem vergonha.” E ele me obedeceu e desligou.
Olha, apesar dos quarenta e poucos, eu sou um homem bonito. Na verdade, eu sempre fui. E mesmo assim, uma morena dessas nunca me abordou em boteco copo sujo de praia. Só uns tios e uns hippies para me pedirem o isqueiro. E eu adoro morenas, Léo.
Léo.
O que aconteceu com você? O Raul me contou de uma briga com um rapazinho local — aliás, eu preciso achar o Raul — e agora as hipóteses florescem na minha imaginação, que não tem sono desde o contato da polícia.
Passaram os próximos dias longe da praia, fazendo trilhas e visitando os arraiais à procura de festa. Com Júlia sentada em seu colo (eu só via vocês nessa posição, encaixavam bem, até), estava em um boteco ao lado da praça da igreja de uma vila. Bebiam cerveja e viravam doses de cachaça da pior qualidade enquanto um forró soava indecifrável abafado pela voz de umas dezenas de pessoas que ocupavam as calçadas. Foi surpreendido por um grito de Raul que levantava a voz para um adolescente, prestes a agredi-lo. Pediu para Júlia levantar-se, a garota não atendeu imediatamente e quase foi derrubada no chão por um homem de sorriso estranho que até o minuto anterior era o namorado que com carinho passava as mãos quentes em suas pernas. A coragem imbecil que custou um carro e uma moto ao pai de Leonardo agarrava o adolescente pela nuca e bateu o rosto do rapaz com força em um banco de madeira e ferro da praça. Enquanto o sangue corria, alguém acertou uma cadeira nas costas de Léo, enquanto três ou quatro homens mais velhos corriam atrás dele, que escapava. Sumiu no mato, rasgou a perna esquerda nos galhos (uma das escoriações não era de coral, mas aparentemente de vegetação rasteira) e encontrou uma estrada de terra que seguiu por mais de uma hora caminhando devagar, sentindo seu corpo em chamas por conta do coração que parecia ter dobrado de tamanho.
Não sabia o motivo da briga de Raul e nem se importava. Também não se importava da grosseria com a namorada e nem com o fato de que provavelmente alguns homens o perseguiam em uma caminhonete, moto ou jipe com pedaços de pau ou uma pistola semi-automática embaixo do banco. Exausto, alcançou a praia. Sentou-se na areia e viu o sol nascer, vermelho como se estivesse se pondo. Realmente, o sol se punha para você, meu afilhado. Viu uma pessoa caminhar onde as ondas quebravam, chegou mais perto e reconheceu a mesma mulher de cabelos negros que viu no primeiro dia no litoral. A do bar (que… coisa é você, mulher? Shinigami?). Ela ignorou sua presença e mergulhou, nadando mais uma vez em ritmo forte e veloz, até desaparecer na espuma de uma grande onda que quebrou prematuramente. Mergulhou também. Seu corpo em chamas mal percebeu como a água estava gelada. Nadou em compasso olímpico esticando todos os seus músculos, estirando seus pulmões, sugando todo o ar salgado que havia em quilômetros cúbicos. Sem parar as braçadas, abriu os olhos e viu que a mulher nadava ao seu lado, fechou os olhos que ardiam com o sal e quando abriu de novo, ela já não estava mais lá. Quando finalmente parou, viu que ela voltava, derrotada e humilhada pelo novo recordista daquela praia.
Enquanto a água esfriava, olhou para o céu e ficou finalmente satisfeito de uma forma irracional, a única forma que sentia-se satisfeito na vida. Todo o seu corpo vibrava, o prazer era tão grande que balançava os pés sem cansar pra manter-se na superfície sem se cansar. Quando o corpo doeu pelo frio que fazia, decidiu voltar, mas quando olhou para a praia, ela estava distante e uma névoa baixa ia convertendo-a em um ponto invisível naquela imensa massa azul. O corpo esfriou, os pés pararam de se mover, os braços penderam-se ao lado do quadril. Quanto maior o músculo, mais forte a dor da cãibra, e as panturrilhas de Léo pareciam dois mamões. Afundou em silêncio, e sonhou de novo. Sonhou que nadava em um lago escuro e podia respirar embaixo d’água. Sonhou que estava na praia e nadava em direção ao horizonte. Quando quis voltar, a praia estava perdida.
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