Prefixo

In telecommunications some very large and very small values are used. To make writing of these numbers easier use is made of a prefix. The prefix gives a value with which the value must be multiplied. Did you ever wonder where the digits in your phone number come from, and what they mean? As you probably suspected, each segment has a reason for being there. Like most codes, it contains information in each part that allows it to function properly and to send your call to the right place. If you dial a phone number using even one digit more or less than the exact code (we’ve all tried it ... Name Example Usage; prefix!prefix: Lists the prefixes currently in use by the server: prefix add <prefix>!prefix add 'sudo 'Adds a prefix to be used by the bot (limited to 10) NOTE if you want a two word prefix or a prefix with a space after it or an emoji you must use quotes, this is a discord limitation and can't be fixed prefix set <prefix> Something placed before another (grammar, linguistic morphology) A morpheme added to the beginning of a word to modify its meaning, for example as, pre- in prefix, con- in conjure, re- in reheat, etc. Synonyms: foresyllable (rare), prefixum (archaic) Antonym: suffix Hypernym: affix (broad sense) (telecommunications) A set of digits placed before a ... Prefixo AUTOVANCE July 31, 2019 0 Comments Prefixo Productions is here to stay, bringing you a diverse and wide range of Arts and Media, with Talent that pack a punch. A prefix is a group of letters placed before the root of a word. For example, the word “unhappy” consists of the prefix “un-” [which means “not”] combined with the root (or stem) word “happy”; the word “unhappy” means “not happy ... 635k members in the discordapp community. Your place to talk. Discord is a voice, video and text communication service to talk and hang out with … Prefix Corporation develops innovative design and engineering solutions for the automotive, aviation, amusement, motion picture, and other industries.

Adoramos pipoca

2015.12.15 20:00 ORGASMATRON_9000 Adoramos pipoca

O lugar para falar sobre brigas, acontecimentos dramáticos e comentários de outros subreddits brasileiros. ---- English language posts are welcome here.
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2020.07.20 17:19 Joei160 Existe uma regra geral para saber se o sufixo de um substantivo é -ção ou -mento?

Por exemplo, do verbo firmar pode-se derivar a palavra firmaMENTO. Esta mesma raiz precedida do prefixo “con” pode ser derivada para “confirmação”.
Do mesmo modo, temos aprovação, requerimento, variação, apontamento, sujeição etc etc etc.
Existe alguma regra geral para saber a terminação destas palavras substantivadas?
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2020.06.28 18:01 sharewithme Word of The Hour: prefixo

prefixo translates to prefix
––––––––––––
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2020.06.28 18:01 sharewithme Word of The Hour: prefixo

prefixo translates to prefix
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2020.06.28 18:00 sharewithme Word of The Hour: prefix

English: prefix
  1. to put or fix before, or at the beginning of, another thing
  2. to set or appoint beforehand
  3. to settle or establish antecedently
––––––––––––
Translations
––––––––––––
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2020.06.18 20:51 NomadicWorldCitizen [Sério] Lista de coisas que vos estão a impedir ou a desmotivar regresso a Portugal

Existem outros posts acerca do regresso a Portugal. Para continuar as discussões existentes podem ver o post Voltar para Portugal e Questões para emigrantes que voltaram a Portugal.

Objectivos e não objectivos

O objectivo deste post é partilhar a lista de coisas que mais confusão me fazem no que toca ao potencial regresso a Portugal. Queria partilhar isso com o resto da malta para ver se existem tópicos comuns ou tópicos que estou a esquecer ou que entretanto já não são problema (pelo facto de já não viver em Portugal há algum tempo).
O objectivo não é bota-abaixismo de Portugal mas criar uma lista prática para entender que prioridade damos aos tópicos de forma a entendermos se vamos ou não conseguir lidar com eles a longo prazo e ficar em Portugal. Queria mesmo muito regressar a Portugal. A minha ideia é criar listas como esta para poder tomar uma decisão ponderada para depois não me arrepender. Basicamente entender todas as limitações e problemas, assimilar tudo isso, para poder seguir em frente.

Contexto

Como dá para entender, também estou a considerar regressar para Portugal apesar de não saber se me vou conseguir adaptar.
Fui para a Austrália em 2015. No final de 2018 vim para a Califórnia. Sinto que estou confortável a nível financeiro (não ligo a despesas, tenho compras impulsivas e junto bastante dinheiro). Não estou satisfeito a nível de qualidade de vida quando comparo a localização actual com a Austrália -- especificamente relativamente à commute para o trabalho. A falta de transportes públicos decentes é um grande ponto negativo. Contudo, existem coisas fantásticas por aqui: parques naturais, pessoas amigáveis, etc.

A lista do que talvez me faça mais confusão em Portugal

Voltando às coisas que talvez não me consiga habituar:
  1. falta de valorização no trabalho. Tenho impressão que em Portugal isso era um problema. Não sei se isto mudou desde 2015. As minhas avaliações de desempenho têm um impacto directo na minha remuneração.
  2. impostos altos:
    • 23% de IVA contra os 10% actuais
    • combustível a preços ridículos além de portagens por todo o lado
    • Sinceramente, não consigo interiorizar estes valores novamente depois do que vi fora de Portugal. Simplesmente não fazem sentido na minha cabeça.
  3. cheiro a tabaco por todo o lado. Da última vez que fui a Portugal, reparei que estava com imensa dificuldade em respirar (sinusite) e acontecia principalmente depois de me cruzar com pessoas que estavam a fumar. Os locais que frequentei aqui ou na Austrália tinham todos políticas bem claras. Certos locais públicos também têm zonas não fumador. Não acho que esteja a ser picuinhas -- apenas não quero andar a levar com mau cheiro por onde passe.
  4. as manias da superioridade, ego ou classes sociais:
    • Prefixos nos nomes "Dr" ou "Eng". Não acho que prefixos sejam necessários para se dirigir a ninguém com o devido respeito. Isto é algo que jamais irei entender. Gosto de poder interagir com pessoas que têm altos cargos sem ter que assumir os estudos que têm ou de se acharem deuses. Para além do mais, vou ser respeitado independentemente do canudo.
    • Relacionado com isto está o facto de poder ou não ser valorizado. O ego pode impedir o crescimento profissional (pessoa com ego frágil pode impedir um excelente trabalhador de crescer na carreira).
  5. o facto de estar num local que tem muitas semelhanças com Portugal: esta parte é confusa mas existem imensas coisas por aqui que se parecem a Portugal e, por essa razão, não apresentam quaisquer vantagens. Acho que vir para a Califórnia foi um downgrade quando comparado com transportes públicos e serviços públicos em Sydney.

Discussão

Estou arrependido de não ter criado uma lista como esta antes de sair da Austrália e vir para os Estados Unidos apenas para desenvolvimento profissional. A nível do objectivo principal (desenvolvimento profissional) as coisas estão a resultar bem no entanto, acho que não dei demasiado valor a pequenos detalhes e isto está a fazer-me considerar mudar de localização/país novamente.
Quanto à lista, alguns itens podem já não fazerem sentido visto a minha impressão acerca de viver em Portugal ficou em 2015 e umas esporádicas visita de turista desde então.
  1. Que te faz mais confusão no que toca ao regresso a Portugal?
  2. Achas que vais conseguir lidar com esses pontos negativos mesmo sabendo a panóplia de pontos positivos que viver em Portugal traz?
  3. Que critérios usas para considerar se o regresso é viável ou não?
Obrigado por lerem este mural de texto. Estou genuinamente interessado em continuar esta discussão para entender o que me pode estar a escapar. Entender pontos de vista diferentes pode certamente ajudar-me a tomar uma melhor decisão.
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2020.05.27 00:50 meucat Erre bolha surtando porque o telefone que ameaçou o W. Bonner tem prefixo 61

O Globo se preocupou em enfatizar com muita força que o prefixo do telefone que fez ameaças e a tretagem do filho do Bonner tem prefixo 61, ainda tomando o cuidado de explicar que 61 é o prefixo de BRASILIA (poxa, ninguém nunca percebeu).
Quase que o Globo completou com a frase "Brasilia é a cidade onde mora Bolsonaro, aquele cara chato pa caralho que vive reclamando o tempo todo do Bonner"
Pronto , isto bastou para incendiar o gado pastoril de lá. Ta todo mundo "muuuuu" , "beeeee", "oink oink" e "quac quac" dando coice que nem manada de gnus no cio.
https://www.reddit.com/brasil/comments/gr0wq2/globo_repudia_campanha_de_intimida%C3%A7%C3%A3o_a_william/
Para eles é mais que evidente que o bolsonaro estava no banheiro fazendo aquilo, pegou o celular e mandou mensagem anonimo para o Bonner.
O que se diz gado na enésima potencia.
submitted by meucat to brasilivre [link] [comments]


2020.04.18 17:33 gabrielta92 Fala, H! Cadê tua voz?

Tradicionalmente, a ortografia da língua portuguesa diz que a letra "h" em posição inicial e entre vogais deve ser muda, exceto quando forma os dígrafos palatalizados ch, lh e nh. No entanto, graças à adoção de palavras estrangeiras, o uso do "h" aspirado foi incorporado ao português gradativamente. Embora aportuguesadas, essas palavras, em sua maioria, mantêm a grafia do "h" e sua pronúncia aspirada, como na palavra handebol. Um exemplo contrário disso é da palavra esfirra (esfiha) em que o "h" foi substituído pelo dígrafo rr.
Observe:
  1. hanseníase, hóquei, Bahamas, Hanói, hegeliano, saheliano, háquer...
  2. homem, hoje, hiena, harmonia, história, herege, honra, Bahia...
  3. chapéu, encher, recauchutar, coelho, filho, lhe, nhoque, manhã, aranha...
  4. ah! eh! ih! oh! uh! (Nesse caso, o "h" é mudo, no entanto, ele abre e prolonga o som das vogais precedentes. Essas interjeições vêm sempre soltas.)
Curiosamente, palavras que começam com "h" mudo, perdem-no quando aglutinadas a outras palavras, geralmente prefixos. Veja:
:)
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2020.02.12 03:12 DrHelminto Todo dia a moderação remove um link que quebra a REGRA NUMERO 1

E tem muita discussão boa e drama legal nessas que removemos.
ATENÇÃO PARA A REGRA NUMERO 1:
Use "archive.is" ou links com o prefixo "np"
Copie o "permalink" do comentário e use o archive.is para gerar um arquivo. Poste o link do archive.is aqui. Links do archive.is não são links para o tópico no reddit, e assim evitamos interferência no mesmo.
Você também pode usar o prefixo "NP" ao postar sobre comentários. Basta substituir o "www" por "np" (sem aspas, é claro) no link para o comentário. Este método, entretanto, é menos indicado que o do archive.is.
QUEM TEVE POST REMOVIDO POR VIOLAR A REGRA NUMERO 1 PODE REENVIAR O LINK OBEDECENDO A REGRA.
ATENCIOSAMENTE
A MODERAÇÃO
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2020.01.29 15:54 Cassio_3xceler Prensa-Cabos, conheça os tipos e sua utilização! Kraus-Muller

Prensa-Cabos, conheça os tipos e sua utilização! Kraus-Muller
Usado na montagem de painéis ou internamente em infraestruturas elétricas,

Prensa-Cabos Kraus-Muller
os Prensa-Cabos proporcionam a proteção do cabeamento com um excelente acabamento. Dessa forma, uma de suas funções é fixar os fios em caixas ou painéis elétricos, vedando as entradas deles. Por isso, existem diversos tipos de Prensa-Cabo para diferentes utilizações, sendo todos uma opção segura, econômica, resistente e de fácil manutenção.

Tipos de Prensa-Cabo: quais são e como utilizá-los?

Existem diversos tipos de Prensa Cabos, com diferentes especificações. Quanto ao material de fabricação, eles podem ser metálicos, como de aço inox, latão niquelado e alumínio, ou de Termoplástico. Cada tipo de Prensa-Cabo adequa-se em diferentes necessidades, sendo usados em condições específicas.
O Prensa-Cabo de Termoplástico é um instrumento que conta com uma estrutura interna emborrachada. Dessa forma, além de possibilitar a fixação do fio elétrico, protege contra a entrada de partículas sólidas e líquidas, como poeira e água. Ele pode ser utilizado tanto em cabos robustos quanto nos cabos mais finos. Os Prensa-Cabos de Termoplástico conta com vários modelos, podendo ser:
  • Prensa-Cabo com Aliviador de Tensão: Indicado para fornecer uma resistência extra na extremidade do cabo atenuando o excesso de flexão. Tem proteção UV e IP 68;
  • Prensa-Cabo Multivias: viabiliza a passagem de vários cabos em um único orifício. Para isso, basta dimensionar a rosca e as características dos cabos para que a bucha multivias seja desenvolvida;
  • Prensa-Cabo Rosca PG: A Rosca PG é recomendada para ambientes com baixa vibração, por ter a profundidade dos fios de rosca rasos. Esse modelo foi criado na Alemanha (seu nome é a abreviação de Stahl-Panzer-Rohr-Gewind). Dessa forma, seus tamanhos são nomeados pelo prefixo PG.
  • Prensa-Cabo Rosca BSP: A Rosca BSP é indicada para conexões mais robustas devido a profundidade dos fios utilizados, permitindo maior segurança em casos de vibração ou pressão. Esse modelo de rosca (conhecido como British Standard Pipe ou Whitworth Gás) tem origem inglesa e apresenta um formato paralelo que resiste melhor a pressão.
  • Prensa-Cabo Rosca Métrica: A Rosca Métrica ou ISO Métrica é indicada para conexões mais robustas devido a profundidade dos fios utilizados, permitindo maior segurança em casos de vibração ou pressão. Esse modelo de rosca é paralelo e tem este nome por causa de seu diâmetro externo real. No caso dos prensa-cabos, se trata do diâmetro C. A Rosca Métrica é identificada com M maiúsculo e existem três tipos de passo de rosca: grossa, multa ou fina. No caso da Linha Kraus-Muller, elas são finas. Isso significa que o passo da rosca é de 1,5mm.
  • Prensa-Cabo Rosca NPT: A Rosca NPT é indicada para aplicação de estanqueidade e a sua utilização não depende do uso de porca para fixação, funcionando na base do encaixe entre o prensa-cabo e o furo da caixa ou equipamento. Esse modelo (cujo a abreviação vem de National Pipe Thread ) é uma rosca cônica de padrão americano e descrito em polegadas. Um exemplo de seu uso é a estanqueidade na válvula do gás de cozinha. Como o próprio nome já diz, esse tipo de Prensa-Cabo, ao ser rosqueado, prensa e aperta os fios e cabos elétricos.
Site: https://www.krausmuller.com.bvoce-sabe-tudo-sobre-os-prensa-cabos/
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2020.01.25 14:53 CaioNV Eu vou ser professor voluntário de inglês básico pelo grupo de línguas da UNESP. Alguém sabe o que exatamente deve ser ensinado nesse curso?

Eu achei que iam me dar um cronograma certinho, mas basicamente me mandaram montar pelo menos 10 aulas (tipo 14 ou 15 acho que seria o ideal) e... Vale tudo.
Eu tenho um material que o professor antigo utilizou no semestre passado, ele vai até a aula 10 também, mas o material em si só tem exercícios. Os temas são:
  1. "Subject Pronoun e Object pronouns", ou seja, diferença entre I e me.
  2. "Alfabeto e Artigos (definidos e indefinidos)", eu não sei por que ele colocou alfabeto no título, é literalmente aula de a e the.
  3. "Possesive pronouns (pronomes possessivos) e indefinite pronouns", taí uma aula que eu sepá separo em duas, uma para falar da ideia de posse em inglês e outra para os pronomes com prefixo some e any.
  4. "O verbo to be e suas contrações, verbo to be no simple past e forma interrogativa", óbvio.
  5. "verbo to be na forma negativa e suas contrações".
  6. "O verbo to do como verbo auxiliar".
  7. "Números e horas em inglês" (aqui parece que começou o filler, lol).
  8. "Verbos comuns e mais usados", pelos exercícios que estão aqui, me parece que a aula inteira é só de exercícios.
  9. "Preposições de tempo e lugar" (e aqui o filler acabou, isso é importante)
  10. "Question words", sei lá.
Gente, meu objetivo de vida é ser professor e na verdade essa vai ser a minha primeira experiência dando aula na frente de uma sala mesmo (eu já tive experiência como monitor, porém), portanto, eu estou aceitando qualquer opinião que alguém quiser dar aqui no tópico. Eu definitivamente vou escrever um material próprio, mas e aí, o que eu coloco nele, quais aulas são importantes para "inglês básico", onde eu poderia consultar alguma coisa a mais, falem qualquer ajudaaaa!
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2020.01.24 05:01 sharewithme Word of The Hour: prefixo

prefixo translates to prefix
Try out the Word of The Hour App @ https://wordofthehour.org
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2020.01.24 05:01 sharewithme Word of The Hour: prefixo

prefixo translates to prefix
Thank you so much for being a member of our community!
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2020.01.24 05:00 sharewithme Word of The Hour: prefix

English: prefix
  1. to put or fix before, or at the beginning of, another thing
  2. to set or appoint beforehand
  3. to settle or establish antecedently
  • Chinese: 前綴/前缀
  • Hindi: उपपद
  • Italian: prefisso
  • Portuguese: prefixo
  • Spanish: prefijo
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2020.01.23 09:22 GabrielGaryLutz Alguém aqui leu "Memorial do Convento"?

Tenho uma pergunta sobre o livro. Estou a estudá-lo no 12° ano e o meu professor de literatura apontou que a personagem Blimunda se chama assim porque faz lembrar o prefixo "bi" (dois, duplo), que referenciaria o facto de ela conseguir ver os dois lados de uma pessoa. Isto é verdade ou é uma daquelas interpretações absolutamente rebuscadas que os professores costumam fazer?
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2019.11.04 23:13 nat23rod COE PMESP

COE PMESP
COE PMESP

COE PMESP
Comandos e Operações Especiais - COE, unidade altamente especializada que é a 1a Cia deste Batalhão. Nas matérias passadas vimos que as origens do 4o BPChq remontam ao início dos anos 1950 e que na década de 1970 devido a onda de terrorismo praticada em São Paulo, foi criado o "POE - Pelotão de Operações Especiais" da Polícia Militar. Deste mesmo embrião, originou-se a então denominada "Companhia de Operações Especiais - COE" em março de 1971, operando como uma subunidade do 1oBPChq. A tropa de "boinas-verdes" ou "tigres" como são conhecidos os militares do COE, foi formada inicialmente por policiais ex-integrantes da então Brigada Aero-Terrestre do Exército Brasileiro ou que possuíssem o curso de paraquedismo. Estes homens participaram de alguns incidentes que ficaram marcados na história da cidade, como os incêndios dos edifícios Andraus e Joelma. O então Sargento do COE, Cassaniga foi o primeiro a pisar no topo do Joelma em chamas saltando de um helicóptero a uma altura absolutamente temerária, pois o helicóptero não podia se aproximar devido as labaredas. “Corre no terraço da Câmara Municipal que o Capitão Caldas tá coordenando essa parte de salvamento”. Aí eu subi lá para o terraço, nós subimos, e esse capitão já me viu, eu já tinha trabalhado com ele no outro incêndio, ele disse: “Olha, Cassaniga, eu tô precisando de um voluntário pra ir num helicóptero e saltar em cima do prédio. Não é obrigado ir, porque é grande risco de vida, eu não estou obrigando ninguém a ir, eu estou pedindo um voluntário”. Eu falei: “Eu vou”. Aí embarquei no helicóptero, o helicóptero sobrevoou o prédio em chamas, fez a primeira passada, não em cima do prédio, longe, porque helicóptero pequeno não tinha autonomia de parar em cima do fogo, aí cai o helicóptero lá em cima, pronto, é uma tragédia maior... ... Aí eu saltei no telhado. Porque lá é diferente do Andraus, que tinha heliponto. Lá não tinha heliponto, lá era telha mesmo e o pessoal lá em cima da telha. E eu saltei pensando que ia amortecer a queda no telhado, mas não amorteceu, estourou a telha, eu bati com o pé na laje embaixo, que era telhado, mais ou menos um metro, eu bati e já senti formigamento no pé, eu falei: “Estourou meu pé” Mesmo com o pé muito ferido o Sargento Cassaniga começa a coordenar a situação caótica no topo do edifício e seus colegas do COE conseguem lançar uma corda por helicóptero - pela qual o Capitão Caldas e outros homens do COE chegam e atuam prestando os primeiros socorros e organizando a difícil operação de resgate. Entre os homens do COE que penetraram no edifício envolto em fumaça e fogo, ultilizando-se de lenços, toalhas molhadas e gelo destacam-se o Tenente Chiari, Sargento Newton, Sargento Messiais, Cabo Mattos, Cabo Guedes entre inúmeros outros. O Sargento PM Cassaniga também participou da operação anti-sequestro do Avião Electra II, da Varig, em 1972, no aeroporto de Congonhas quando um terrorista tentou sequestrar o avião prefixo PP-VJN. Em uma sucessão de lances rápidos os militares do COE cercaram a aeronave, adentraram a cabine liberando os reféns e encontrando o sequestrador morto. Esta ação foi considerada uma ação de comandos pela 2ª Região Militar do Exército Brasileiro, que concedeu a esta Companhia o título de "Comandos" e COE passou a significar Comandos e Operações Especiais.
Abaixo vemos uma antiga insígnia de Paraquedismo da Força Pública do Estado de São Paulo - curso criado em 1953, um dos antepassados do COE. Hoje o COE é a 1ª Cia do 4º BPChq e conta com cinco pelotões, sendo quatro pelotões operacionais com regime de trabalho de prontidão e um pelotão de apoio. A tropa é composta por policiais militares voluntários, selecionados dentro da corporação e que passam por um difícil curso para poder integrar a companhia. O curso abrange as disciplinas de Histórico do Comandos e Operações Especiais, Doutrina de Operações Especiais, Procedimentos Operacionais em Viatura, Aeronave e Embarcação, Armamento, Tiro de Combate, Balística, Explosivos, Radiocomunicação, Montanhismo, Intervenções em Disturbios Civis e Rebeliões em Presídios, Artes Marciais, Caçador (atirador militar) Conduta de Patrulha em Local de Alto Risco, Combate em Ambiente Fechado (CQB), Combate com Faca, Pronto Socorrismo, Navegação e Orientação, Sobrevivência na Selva, Ofidismo, Trabalhos em Altura, Mergulho Livre e Autonômo, Operações Ribeirinhas e Operações Aerotransportadas. Durante o curso os alunos são submetidos a situações de superação, próximas da realidade onde a tropa deverá operar, testando a sua rusticidade diante de obstáculos como o tempo, sono, fome, desgaste físico e mental, ferimentos e outras adversidades. Abaixo vemos algumas imagens do quartel do COE no bairro do Tucuruvi, Zona Norte da capital, que encontra-se atualmente em obras de melhoria, manutenção e expansão.
Durante o curso os voluntários são responsáveis por carregar um sino em bronze maciço e que é diariamente posicionado em um local cerimonial. Em caso de desistência durante o curso o voluntário toca o sino indicando a sua "morte" para o COE. De todos os voluntários apenas uma pequena minoria chega ao fim do curso.
Inúmeros obstáculos estrategicamente posicionados na mata exigem do voluntário um grau avançado de aptidão física e mental para serem superados.
Aos que conseguem chegar ao final do curso, o orgulho de ostentar a insígnia de Operações Especiais ou pertencer a uma unidade de elite com missões diferenciadas das demais unidades da Polícia Militar. A Missão do COE é orientar e proteger a vida humana, combater o crime e reestabelecer a ordem pública, proteger a natureza preservando a ecologia nas áreas de selva ou floresta, sempre superando as deficiências com denodo, criatividade, desprendimento, humildade e esforço no bem cumprir da sua missão, seguindo a premissa "Com o Sacrifício da Própria Vida", se necessário for. Abaixo vemos uma sequência de imagens dos inúmeros equipamentos, uniformes e viaturas usados pelo COE nas missões desempanhadas diariamente por todo o Estado de São Paulo. Para a obtenção das imagens a seguir agradeço ao 2º Sgt PM Edvaldo dos Santos que além de nos dar uma verdadeira aula sobre a história do COE, disponibilizou todos os recursos para que pudéssemos fazer as fotos. O capacete balístico e a balaclava fazem parte de uma gama de coberturas usadas nas diferentes missões desempenhadas pelo COE. O equipamento de trabalho básico dos pelotões do COE. Fuzil .308 AGLC 7.62 Fabricado pela IMBEL, foi desenvolvido pelo Coronel Athos Gabriel Lacerda de Carvalho. Submetralhadora SMT Taurus calibre .40 Capacete balístico com óculos de visão noturna. FLIR - Dispositivo para visão térmica. Granadas táticas de efeito moral, luz e som e gás lacrimogêneo. Espingarda CBC 12 Gauge, Fuzil M16A1 calibre 5.56mm. Fuzil ParaFAL Imbel calibre 7.62mm. As viaturas especialmente adaptadas para as características de ação do COE com o padrão de camuflagem da Cia.
Os botes de assalto "SELVA" usados em operações anfíbias.
As principais atrubuições do COE na atualidade são: • Patrulhamento e repressão a grupos do crime organizado; • Conduta de Patrulha em Local de Risco e de difícil acesso; • Busca e captura de marginais homiziados em locais de difícil acesso; • Busca e resgate de pessoas perdidas em locais inóspitos; • Repressão a rebeliões graves em estabelecimentos prisionais; • Ações onde hajam reféns, seqüestros, raptos em áreas rurais; • Apoio a outras Unidades da Corporação ou Forças Armadas; • Busca e Resgate de pessoas em aeronaves acidentadas em locais de difícil acesso. Devido a rusticidade das missões confiadas o que se exige do homem de “Comandos e Operações Especiais” é que ao invés de ser um "Super Homem", ele seja um "Homem Múltiplo" que embora tenha afinidade e se especialize em determinada área - não seja necessariamente um “expert” em uma coisa ou outra, e sim um homem com domínio de todas as áreas com versatilidade e a possibilidade de ser empregado em qualquer missão, a qualquer hora, em qualquer lugar e sob quaisquer circunstâncias. Nas imagens abaixo gentilmente cedidas pelo COE, podemos notar toda a versatilidade da tropa que opera na água, na selva, na montanha e no ar. A maior parcela das missões atuais do COE é dedicada no combate ao crime organizado e ao tráfico de drogas dentro das fronteiras do estado - sejam em localidades rurais ou em morros do litoral paulista.
Dois soldados do COE descem de rapel de um dos águias do Grupamento Aéreo. Operação de treinamento aerotransportado em conjunto com o GATE, ultilizando-se do Eurocopter AS-532 Cougar da Aviação do Exército. Por acreditar que para vencer a guerra contra o crime se requer mais que armamento, suprimentos e contingente, objetivando sempre em suas missões ganhar o apoio das populações locais (o que se tornou a marca dos "Boinas Verdes" americanos) o COE adotou a boina verde como um símbolo de sua atuação não-convencional, sendo que a cada missão "se prende um ladrão ou se faz um amigo". O "Gorro de Selva", cobertura utilizada para missões em área de mata ou áreas rurais e as insígnias camufladas em tons de verde para uso no uniforme.
O símbolo do COE apresenta um crânio estilizado representando o raciocínio. A faca de combate significando segurança e justiça, símbolo máximo das tropas de Comandos. A representação da faca de combate cravada ao crânio simboliza a vitória da vida sobre a morte, aplicação da inteligência, raciocínio e justiça. Completam o desenho duas pistolas bucaneiras cruzadas, símbolo nacional das polícias militares. Todo o conjunto é suportado por um paraquedas aberto significando a coragem em atividades no ápice das alturas, além de fazer referência a sua própria origem cuja primeira tropa foi formada por policiais militares oriundos da Brigada de Infantaria Paraquedista do Exército Brasileiro. Agradeço ao Cel PM César Augusto Luciano Franco Morelli - Comandante do Policiamento de Choque, ao Ten Cel PM Salvador Modesto Madia- Comandante do 4º Batalhão de Polícia de Choque, ao Cap PM Iron - Comandante da 1ª Cia - COE, ao 2o Sgt PM Edvaldo, ao Cb PM Bolini, ao SD PM Benigno, ao SD PM Marlison, a 1a Ten PM Tania Roldão - Oficial de RP do 4º Batalhão de Polícia de Choque, ao Coronel Paulo Adriano Telhada e ao amigo Milton Basile pela colaboração na elaboração desta matéria. Postado por Ricardo tudoporsaopaulo1932 blogspot -----------------------------------------------------------------
Wiki COE-PMESP
O COE Comandos e Operações Especiais é uma subunidade (Companhia) do 4º Batalhão de Polícia de Choque da Polícia Militar do Estado de São Paulo, sendo considerada a última linha de ataque em operações especiais da milícia paulista. A guerrilha iniciada no Brasil na década de 1960, trazida por guerrilheiros de ideologias de esquerda, deflagrou uma onda de seqüestros de embaixadores e diplomatas, cuja a libertação custava a soltura de seus companheiros aprisionados, constantes assaltos a bancos, ataques a sentinelas visando o roubo de armas e incêndios em viaturas. A partir de 1965 ocorreram no Brasil vários focos de guerrilha, começando pelo Rio Grande do Sul, um foco comandado pelo ex-coronel do Exército Brasileiro, de nome Jefferson Cardim, que na condições de exilado, juntou no exílio outros militares descontentes e com vocação leninista, marxista, dando início a suas ações pelo sul do Brasil, sendo desbaratada pelas forças legais do norte do estado de Santa Catarina. Na sequência, foi desbaratada outro foco de guerrilha pelas forças legais no Estado de Minas Gerais em 1967, que ficou conhecida como Guerrilha do Caparaó, que após inúmeras falhas dos guerrilheiros, foi considerada “Nati-Morta”. Nesta época, dava-se início também, outro foco guerrilheiro pelo norte do Brasil, na selva amazônica, no estado do Pará, sendo considerada a mais longa e melhor organizada, com apoio de ex-militares, estudantes universitários, políticos e pessoas da região, a qual encerrou-se oficialmente em 1976, quando um grupo de líderes e ex-guerrilheiros faziam o balanço da guerrilha no bairro da Lapa em São Paulo. Em 1970, no estado de São Paulo, Vale do Ribeira, vinham sendo registradas atividades típicas de insurgência, ações típicas de guerrilha, tendo como chefe o ex-Cap EB Carlos Lamarca e sendo que para lá, foram deslocados contingentes militares reforçados que incluíam, obviamente, homens pertencentes à milícia estadual. Em um dos combates havidos, O Aspirante a Oficial PM Alberto Mendes Junior foi tomado como prisioneiro pelos rebeldes, sendo, depois friamente assassinado. Podemos considerar este fato - a morte do PM Alberto Mendes Junior - como a célula-máter da criação do COE, em 13 de março de 1970. O fato, dentre outras implicações, evidenciou a necessidade de se constituir uma unidade especializada, no âmbito da Polícia Militar, para desenvolver operações de contra-guerrilha. Foram convocados nesta época, todos os policiais militares que possuíam o Curso Básico de Paraquedista Militar do Exército Brasileiro, ou ex-integrantes das fileiras da até então Brigada Aero-terrestre do Exército Brasileiro, sendo reunidos um número de aproximadamente 300 (trezentos) homens no auditório do QG da Polícia Militar, dos quais após explanação do objetivo, apresentaram-se 103 (cento e três) voluntários, cujo a finalidade foi formar um Pelotão de Operações Especiais (POE). A iniciativa de formar o POE foi do então Cel PM Altino, Chefe do Estado-Maior da Polícia Militar e do então Cap PM Raimundo Mota Libório, auxiliados pelos 2º Ten PM Getúlio Gracelli e Antonio Augusto de Oliveira. Após inúmeros testes psicotécnicos e de aptidão física, foram aprovados 33 (trinta e três) voluntários, surgindo, então, o POE, tendo como primeiro comandante o 2º Ten PM Gracelli, cujo quartel era o DPM, no QG. No dia 1º de junho de 1970, o POE, mudou-se para a Rua Sargento Advíncola, 197. No dia 11 de janeiro de 1971, todo o efetivo foi transferido na condição de adido para o 1º BPChq (Tobias de Aguiar), onde permaneceu, como Pelotão até o dia 19 de março de 1971, pertencendo a 2ª Cia-ROTA, passando a denominar-se COE (Companhia de Operações Especiais, sob o Comando do então Cap PM Albino Carlos Pazzeli). Permanecendo no 1º BPChq até 12 de janeiro de 1976, seu efetivo foi transferido para o 3º BPChq-DPM, passando a integrar a 3ª Cia, denominada CANIL-COE, nas condições de Pelotão, utilizando as instalações do CANIL, retornando em janeiro de 1977, às instalações do antigo prédio onde hoje é a Base COE, por determinação do então Ten Cel PM Cid Benedito Marques, Cmt do 3º BPChq. A "Companhia de Operações Especiais" passou a denominar-se “ Comandos e Operações Especiais”, em virtude da análise do emprego do COE na Operação de Anti-sequestro do Avião Electra II, da Varig, em 1972, no aeroporto de Congonhas/SP. Esta ação foi considerada uma Ação de Comandos pela 2ª Região Militar do Exército Brasileiro, que concedeu a esta Companhia título de "COMANDOS". Ainda hoje, é a ÚNICA Tropa Policial Brasileira reconhecida como COMANDOS. Em meados de 1987, o COE separou-se do CANIL, formando a 2ª Cia-COE, do 3º BPChq, tendo como Cmt o Cap PM Oswaldo Santana. Em 1989, o COE, passou à 1ª Cia, do GPOE (Grupamento de Polícia de Operações Especiais) até meados de 1993, sob o Cmdo do então Cap PM QOPM Gerson Gonçalves Branchini, quando ocorre o fim do GPOE e reincorporação ao 3º BPChq na condição de 4ª companhia sob o comando do capitão PM Arivaldo Sergio Salgado. A partir de 12 de dezembro de 2008, conforme Boletim Geral PMESP nº 236, foi criado o 4°BPCq Operações Especiais, com sede na cidade de São Paulo. Suas subunidades subordinadas são: 1ª Cia - COE, 2ª Cia - GATE e 3ª Cia - Canil Central. A 1ª Cia - COE tem um efetivo de aproximadamente 111 militares e é composta por 4 pelotões operacionais com regime de trabalho de prontidão e 1 pelotão de apoio que se divide em Sargenteação, Manutenção, Almoxarifado e Gabinete de Treinamento. A 1ª Cia COE, funciona como tropa reserva do Cmt Geral PMESP e tem por missões: Operações Especiais Policiais Militares Busca e captura de marginais homiziados em locais de difícil acesso Busca e resgate de pessoas perdidas em locais inóspitos Repressão a rebeliões graves em estabelecimentos prisionais Ações onde haja reféns, seqüestros, raptos em áreas rurais Apoio a outras Unidades da Corporação ou Forças Armadas Busca e Resgate de pessoas em aeronaves acidentadas em locais de difícil acesso (como por exemplo, o acidente que vitimou o conjunto musical Mamonas Assassinas) Escolta e segurança em Operações de Transporte de Valores (OTV) Patrulhamento e repressão a grupos do crime organizado, em locais de alto risco Apoio ao Corpo de Bombeiros no Resgate e Salvamento em catástrofe em grandes acidentes, tais como, como incêndio dos Edifícios Andraus e Joelma, Grande Avenida, CESP, queda de aeronaves nos aeroportos de Congonhas e Guarulhos entre outros. Atualmente, o COE está dimensionado e preparado para a execução de tarefas especiais de caráter policial, predominantemente em áreas rurais. Entretanto, o nascimento da unidade se deu em circunstâncias bem diferentes.
Formação O COE é composto por Policiais Militares voluntários e selecionados na Corporação que, após concluir o Curso de Comandos e Operações Especiais, ministrado pela própria unidade, passam a integrar os Pelotões de Operações Especiais. O curso abrange as disciplinas de doutrinas de comandos e operações especiais, orientações e navegações, tiro tático, mergulho livre, contra terrorismo, sobrevivência em mata, higiene, profilaxia e pronto socorrismo, técnicas não letais de intervenção policial, técnicas policiais em altura; explosivos; natação utilitária, técnicas de contra guerrilha urbana e rural; equipamentos e materiais de comandos e operações especiais e técnicas e táticas de comandos e operações especiais. Durante o curso os alunos são submetidos a situações de superação, próximas da realidade onde a tropa deverá operar, testando a sua rusticidade diante de obstáculos como o tempo, sono, fome, desgaste físico e mental, ferimentos, etc.
A Missão Também é capaz de orientar e proteger a vida humana, a natureza, preservando a ecologia nas áreas de selva ou floresta, sempre superando as deficiências com denodo, criatividade, desprendimento, humildade e esforço no bem cumprir da sua missão, seguindo a premissa: "Com o Sacrifício da Própria Vida"; se assim, necessário for.
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2019.10.27 11:22 altovaliriano Podcast of Ice and Fire #156: Braços Grossos como Troncos

O Podcast of Ice And Fire é o mais antigo Podcast sobre As Crônicas de Gelo e Fogo de que se tem notícia e foi o nosso primeiro podcast sugerido do "Domingo de Podcast". No entanto eles afirmam serem a ovelha negra dos podcasts neste fandom, pois dizem que não são chamados para quase nenhum evento ou convenção.
Neste episódio, apresentado por Amin e Kyle, o podcast convidou David J. Peterson, inventor das línguas de Game of Thrones (ou devo dizer, quem expandiu as línguas, já que são criação de GRRM) para responder algumas perguntas sobre línguas, ASoIaF e GoT. Ao final ele fizeram uma análise do Prólogo de Tormenta de Espadas.
Segue a resenha.
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Link: http://podcastoficeandfire.com/episode-156-arms-tree-trunks/
Data de lançamento: 21 ago 2014

O podcast investe bastante na vinculação com a Casa Manwoody, como já havia ressaltado Martin, então piadinhas sobre o podcast ser dornês são constantes (ainda que inocentes). O convidado rapidamente entrou no espírito e devo dizer que todos os bons momentos do episódio foram proporcionados por ele e seu jeito folgado.
David J. Peterson explicou que Dothraki é uma língua tranquila, que ele consegue pronunciar com fluência, assim como qualquer pessoa que fale bem o espanhol (a língua não é igual ao espanhol, mas é parecida nas consoantes dentais). Já o valiriano seria uma língua tão complexa que nem mesmo David se arrisca a disputar com fãs em convenções.
Peterson, então, passou um bom tempo explicando o processo de criação dos idiomas para a série, que não irei reproduzir aqui porque há bons artigos sobre isso na wikipedia (vide aqui e aqui). Porém, temos que destacar que ele afirmou que Martin lhe pediu várias traduções de nomes para Ventos do Inverno e Atlas das Terras de Gelo e Fogo, e que ele mantém atualizados os manuais de gramáticas Dothraki para que GRRM possa consultá-los.
Segundo o linguista, Martin tem um talento impressionante para idiomas fictícios apesar de repetir que não é um "language guy", como Tolkien. Ele diz que GRRM ainda cria palavras sem sua assistência, e se diz assombrado com o grau de acerto e precisão de Martin ao fazê-los, pois estimou (sarcasticamente) que, a cada 50 escritores de fantasia, 51 são péssimos linguistas.
Porém, complementou (seriamente) que os nomes em As Crônicas de Gelo e Fogo realmente parecerem derivar de línguas legítimas e que a única outra obra de fantasia que conhece na qual isso ocorria era nas de J. R. R. Tolkien, que era linguista e criou todos os idiomas ele mesmo.
Peterson disse que, caso algum escritor queira elaborar suas próprias línguas fictícias, deveria fazer como Martin e selecionar frações de palavras que não tenham significado em si e prepará-los como sufixos (ex. "on", "os" e "ys") e prefixos (ex. "aer", "aeg", "ler") e formar palavras a partir disso. Segundo ele, facilita a vida do futuro linguista que trabalhar sobre elas.
Sobre Game of Thrones ele alegou que David & Dan decidiram contratar alguém para fazer Dothraki completo depois que eles tentaram fazer com que Dothraki fosse um monte de sons sem sentido ("gibberish") e detestaram o resultado (cruzes!). Ainda sobre GoT, ele havia dito aos showrunners que não existia correspondente para "por favor" em Dothraki, mas D&D colocaram no roteiro que não havia palavra para "obrigado", e então Peterson apagou a palavra para "obrigado" que ele havia criado.
Ele comentou também fatos já muito reportados pela mídia de que mudou o modo de falar do alto valiriano e do valiriano astapori em razão de ter preferido a pronuncia que Emilia Clarke e Jacob Anderson deram a essas línguas, não economizando elogios a Jacob, o qual, segundo ele, é o melhor intérprete de línguas fictícias que ele já conheceu.
Respondendo a perguntas dos ouvintes do podcast sobre quais eram as impressões dele sobre a identidade do valonqar, Peterson afirmou que, como todo mundo, pensou primeiro em Tyrion, mas depois preferiu a solução de ser Jaime. Contudo, disse que poderia ser o irmão mais novo de qualquer um, até do Pernalonga e entraram em uma espiral de hilárias piadas imaginando como seria um episódio de paródia de Game of Thrones em Tiny Toons.
Quanto à pergunta sobre a profecia do Príncipe que foi Prometido e a interpretação de meistre Aemon antes de morrer (de que seria uma princesa ao invés de um príncipe), Peterson afirma que ficou surpreso quando leitores começaram a concluir que isso indicava que não existiriam gêneros em alto valiriano ou apenas um gênero neutro -- pois, na verdade, há quatro gêneros no alto valiriano (vide links da wikipédia acima).
Em resumo, Peterson diz que o problema surgiu no referencial de gênero biológico (masculino) escolhido pelo tradutor da profecia, o que não diz nada sobre a palavra em valiriano ser gramaticalmente masculina, feminina ou neutra.
Por exemplo, ele analisa que a própria palavra "príncipe" em inglês não tem um gênero gramatical (seria neutra, como é a regra na língua inglesa), apenas seu referencial de gênero biológico é que seria masculino.
O convidado foi requisitado a ensinar um palavrão em Dothraki para ser usado no trânsito, o qual eu não saberia repetir a pronúncia, mas que significa "que sua mãe vá para o mar" (to the sea with your mother), uma versão de "foda-se a sua mãe" (to hell with your mother). Achei apropriada a comparação do mar com o inferno, na versão em inglês, já que é um lugar odiado pelos Dothraki.
Quando perguntado sobre personagem favorito, ele afirma ser Tywin, e explica que também adora Tyrion, mas que Tywin tem o poder de transformar o genial meio-homem, que derrota a todos, em criança novamente à hora que quiser.
Fiquei intrigado quando ele disse que até na morte Tywin venceu, pois Tyrion apenas o matou, mas não o venceu.
Quando os apresentadores destacam o reconhecimento mútuo que Stannis e Tywin dividem (Stannis achava Tywin mais real que o rei, Tywin acha Stannis a maior ameaça militar), Peterson desdenha dizendo que caso Tywin conhecesse o que acontece na corte de Stannis teria menos respeito por ele.
Na opinião de Peterson, Stannis é o típico personagem que seria zoado por Pernalonga e completou com uma hilária imitação de Roy Dotrice (falecido ator que interpretava o piromante Hallyne em Game of Thrones, mas que também era o narrador dos audiobooks) lendo um capítulo imaginário em que Pernalonga encontra com Stannis.
Finalizado o primeiro bloco do episódio, os apresentadores passaram à analise do Prólogo de Tormenta de Espadas. Essa parte foi muito ruim em comparação com a primeira.
O ritmo desacelerou muito e dava pra ouvir os apresentadores o tempo todo virando páginas e consultando notas. Quando não estavam fazendo observações irrelevantes, estavam jogando teorias ao léu, sem explorá-las adequadamente.
Quando eu os ouvi dizer que 'não havia muito mais que poderia ser dito sobre esse capítulo', eu fiquei surpreso com o nível de desleixo.
Talvez não seja a toa que eles sejam a ovelha negra...
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Podcast sugerido
O podcast sugerido dessa semana é o Nó de Oito. Como de costume, não ouvi também este podcast sugerido. Mas estava entre os podcast nacionais recomendados pelo u/paulovitor88 e espero algum dia fazer uma resenha sobre algum episódio dele aqui.
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2019.09.26 01:58 bs-InternetBrasil Imprensa brasileira ignorou que o número de Prefixos IPv6 (e ASNs)

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2019.08.20 18:02 sharewithme Word of The Hour: prefixo

prefixo translates to prefix
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2019.08.20 18:01 sharewithme Word of The Hour: prefixo

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2019.08.20 18:00 sharewithme Word of The Hour: prefix

English: prefix
  1. to put or fix before, or at the beginning of, another thing
  2. to set or appoint beforehand
  3. to settle or establish antecedently
  • Chinese: 前綴/前缀
  • Hindi: उपपद
  • Italian: prefisso
  • Portuguese: prefixo
  • Spanish: prefijo
Report incorrect translation @ https://redd.it/95v7rk
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2019.06.13 02:42 AdsonLeo Presságios de Conquista - Parte 1

O calor fazia Smirt se sentir como um peru assado dentro da armadura que estava usando. Sua constituição física deixava a tarefa de vesti-la e empunhar a lança comprida mais fácil, mas ainda assim se sentia desconfortável. Não totalmente pelo calor e muito menos pelo peso, mas sim pelo fato de não se encaixar naquela cena. Ele não era um cavaleiro e jamais seria. Mesmo estando com as mesmas peças que todos - lança, armadura de placas, luvas e elmo, tudo bem polido e refletindo a luz - ele estava deslocado. O elmo deixava tudo pior. O capacete de metal, com suas aberturas estreitas na viseira, apenas escondiam a origem orc que seu pai tentava ignorar que ele possuía. Mas, ainda assim, ele era bem mais altos que os outros e, através das fendas, via cada olhar torto lançado em sua direção.
Smirt passara por treinamentos em armas e escudo, mas não o suficiente para "florescer o sangue verde" segundo os sábios e conselheiros. Teve lições de lei e religião, mas sempre ficava atrás das outras crianças e convivia com os apelidos e insultos desde a infância. Os acessos de raiva também não ajudavam, já que ninguém gosta de ter o filho esmurrado pelo colega meio-orc. Mas pelo menos esses eventos não aconteciam há anos. Seu pai fizera o suficiente para que ele se sentisse minimamente confortável numa armadura pesada e empunhasse uma arma melhor que um camponês usa um ancinho, mas, não sendo humano, nem cavaleiro e nem erudito, Smirt não tinha lugar para chamar de seu. Sequer sabia como tinha nascido e não conhecia sua mãe, mas imaginava que ela era uma orc ou meio-orc, porque não fora alguma maldição ou piada divina que o tinha feito nascer do jeito que era. Ou tinha sido? Tanto faz, pensou Smirt para expulsar o devaneio da mente, porque precisava de toda a concentração para se manter de pé na posição designada pela Capitã Esheva, chefe da segurança do desfile.
O som dos cascos de cavalos que trotavam no centro da rua se misturavam com os gritos e palmas da platéia, as trombetas soavam de tempo em tempo e as risadas explodiam quando os palhaços ou animais faziam alguma graça. Confetes voavam e caíam, luzes mágicas estouravam no ar e os dançarinos contorciam seus corpos. O tédio era enorme apesar do espetáculo. Nunca acontecia nada nesses desfiles, e Smirt sabia que era justamente por isso que fora mandando ao local. Seu pai provavelmente pagara uma boa quantia em ouro para que o filho fosse parte útil da sociedade, e lá ele estava em meio a outros filhos ricos aspirantes a guerreiros ou os mais fracos das classes treinantes. Dava para contar nos dedos os que eram soldados úteis. Não que isso importasse para um simples show de circo.
Foi no meio de um bocejo que ele percebeu a confusão. Um grito cortou o ar, pessoas começaram a correr e Smirt caminhou até o local. Passava facilmente pelas pessoas, esbarrando elas para os lados, e logo viu o trio de bandidos que faziam a festa entre as pessoas ricas. Eles se desviaram dos golpes desajeitados de alguns dos guardas e correram em direção a um beco. Os encapuzados eram rápidos mas Smirt poderia facilmente chegar na entrada antes e interceptá-los, o que decidiu fazer.
O primeiro golpe com a lança perfurou o pescoço de um bandido que não esperava que uma parede de metal e músculos aparecesse na sua frente. A ponta apareceu do outro lado do pescoço, o sangue brilhou vermelho no ar, respingou na pedra da rua e nos espectadores mais próximos. Smirt se surpreendeu. Fez mais ou menos o que tinha aprendido mas não imaginava que seria tão eficiente. Mais gritos se deram e os dois restantes pararam, escorregando os pés no sangue do seu companheiro morto. A surpresa e medo nos olhos dos criminosos enchia-o de prazer, e o vermelho o enfurecia como a um touro. Sentia o seu próprio sangue ferver nas veias e pedir por mais. Nunca tinha matado alguém, nem mesmo entrado numa luta de verdade, mas aquilo o deixava excitado.
Um dos bandidos atirou com a besta em sua direção. O impacto pesado da seta no capacete atordoou o meio-orc, e o segundo veio com um golpe baixo de espada curta. A lâmina raspou na armadura e por pouco não perfurou seu tronco no espaço em que as placas se encontravam. Smirt teve que puxar forte a lança para que desprendesse das vértebras do cadáver e isso deu tempo para que seu alvo desviasse do golpe. Ele não era um cavaleiro, e o movimento aberto demais deu espaço para a espada curta vir até seu pescoço. Sentiu a lâmina cortar a tira de couro que prendia o elmo, penetrar sua carne e o sangue jorrar para cima e dentro da armadura. Sua visão ficou borrada, suas forças o deixaram e a vertigem tomou conta. Se manteve em um dos joelhos e teve tempo de ouvir o sino tocar dentro do seu crânio quando outra seta atingiu o seu elmo. A aba do capacete fez um corte em sua testa quando voou para trás e sangue agora descia pelo seu rosto. Um dos olhos foi tomado por vermelho, sentia o gosto em sua boca e os fios escorrendo pelo queixo. O sol bateu diretamente em sua pele, o calor da batalha junto com o da luz despertou seu lado orc e ele se levantou. Tudo o que o mantinha de pé era uma fúria interna que o fazia ter certeza que tinha nascido para aquilo, para a batalha.
Smirt urrou o mais alto que podia, o sangue misturado com saliva sendo projetado de sua boca e intensificando sua presença. Os músculos contraíram, seus braços estocaram com a lança e dessa vez a ponta atingiu como uma seta de balista o peito de um dos bandidos, que foi suspenso no ar pela força do golpe. As pessoas que ainda assistiam à cena gritaram, horrorizadas com tamanha brutalidade. O último bandido ficou congelado e Smirt via o puro terror em seus olhos, como os de uma presa acuada, sem defesas e pronta para o abate. Mas ele também viu o horror nos olhos dos civis. E sabia que em suas presas, pele verde e rosto duro eles enxergavam apenas um animal. Esse pensamento o fez exitar e foi o suficiente para uma seta desesperada acertar sua clavícula. Uma dor lancinante, tudo ficou escuro e dessa vez ele apenas caiu.
***
Acordou com a visão de alguém lhe oferecendo a mão. A figura estava contra o sol, e sua espada parecia coberta por chamas sagradas contra a luz alaranjada. A manopla era branca como uma nuvem e em seu pescoço pendia um colar com o símbolo de algum deus que Smirt não havia decorado o nome.
- Vamos, pegue minha mão e se levante. Não tenho o dia todo. - A voz era doce mas carregada de autoridade.
Smirt agarrou a manopla e viu o branco se manchar de vermelho escuro. Quando se levantou conseguiu ver os cabelos negros, pele bronze e armadura reluzente do meio-elfo que o ajudou. Os olhos verdes não pareciam julgá-lo e isso o desconcertou pois viu também os corpos de bandidos mortos, a quantidade absurda de sangue espalhada pelos ladrilhos, e o círculo de pessoas que estava a alguns passos deles, observando e comentando a cena com olhares agudos.
- Obrigado - Smirt conseguiu falar e logo levou a mão ao pescoço.
- Não se preocupe, cuidei disso pra você. Não precisa pagar de volta. - disse o rapaz, embainhando a espada e estendendo a mão mais uma vez, agora em cumprimento - Sou Brogan Fundaterra. Belo trabalho fez aqui, pena que um fugiu.
- Hum... - Smirt não sabia se Brogan estava sendo irônico mas assumiu que sim. Tudo o que tinha feito foi sujar tudo de sangue e desmaiar. Sequer impediu a fuga de todos. - Se um fugiu não fiz grande coisa. Mas pelo menos fui melhor que os outros.
- Não sei se isso importa tanto. Digo, ser melhor que os outros. Mas você tentou, isso importa. - Smirt não conseguia decifrar Brogan. Não que fosse bom nisso, mas estava intrigado com ele. O meio-elfo o tratava muito bem para alguém que parecia ter autoridade e descendência de um povo com tamanha inimizade aos orcs. Apesar de que orcs tem inimizade com todo mundo, pensou Smirt.
- Ah, finalmente acordou a bela adormecida. - a voz da Capitã Esheva enfurecia Smirt. Ali ele sentia cada gota de ironia, desprezo e raiva. Ela era quem o pai dele molhava a mão para que ele fizesse parte do show. - Parabéns, parabéns! Tivemos que deslocar tantos guardas para cá quando a chuva de sangue começou que metade do nosso contingente ficou preso nessa distração. Nunca vi gente tão apavorada. Um par de presas e algum sangue já levam os comuns ao desespero.
- Se metade do contingente não fosse de incompetentes filhinhos de papai, sem ofensas - disse Brogan mais baixo para Smirt - talvez não tivéssemos tantos problemas, Esheva. O verdão fez um bom trabalho, só não tem técnica, mas isso dá pra concertar.
Chamar Esheva pelo primeiro nome e sem prefixo significava que Brogan era um capitão também, pelo menos. Smirt percebeu que não havia se apresentado de volta e ficou com vergonha. Não conseguia dizer uma palavra entre o choque de autoridade que se dava na sua frente.
- Não sei se matar dois qualquer é um bom trabalho mas chame do que quiser. - Esheva lançou mais um olhar para Smirt, que instintivamente se encolheu apesar de ser uns 40 centímetros mais alto - Brogan, deixe os praças cuidarem da bagunça aqui, temos coisas mais importantes a resolver. - disse antes de partir.
- Chegou minha hora moço que não sei o nome. - o tom brincalhão desconcertava mais ainda Smirt.
- Ah... é Smirt. Smirt Gramalta. - disse, corando. Não gostava do sobrenome mas era questão de educação o dizer.
- Irônico, mas combina com você. Grama... Verde... - Brogan também corou - Não menti, você tem a mão para o trabalho. Precisa refinar, é claro, e talvez praticar uma meditação, mas poderia ser um bom paladino. Sempre precisamos de mais. - seguir alguma ordem nunca tinha passado pela mente de Smirt. A parte da batalha parecia interessante, mas também significava que teria que estudar novamente.
- É, vou pensar nisso. - mentiu Smirt.
- Não vai. Mas se quiser mesmo algo assim converse com seu pai. Ah, e diga para ele me procurar, não à Esheva. Lhe colocarei em um lugar bom. Aprenderá muito. E lutar é divertido, eu sei que vai gostar porque eu gosto. - Brogan apertou mais uma vez a mão de Smirt e se despediu, indo cuidar de coisas mais importantes.
O resto da tarde foi arrastar corpos, limpar armas e armaduras, preencher tediosos relatórios e voltar para casa. Os jantares com seu pai eram sempre silenciosos, com poucas frases trocadas sobre os eventos do dia. Smirt passou as horas após a refeição ponderando sobre a possibilidade de treinar como paladino. Brogan era legal mas ele sabia que nem todo paladino era assim. Batalhar seria bom, admitiu, e só ter a chance de ver coisas novas e ficar longe da cidade, das mansões, festas de gala e dos olhares tortos seria refrescante. Sabia que dinheiro não era problema, então não tinha muito a perder.
Arriscou pedir seu pai e ele topou. Foi mais fácil do que esperava, e o pensamento de que aquela também era uma chance perfeita para se livrar do filho meio-orc não deixou sua mente. Um bastardo servindo uma causa maior em algum lugar longe era melhor que um bastardo esbarrando nos garçons. Seu pai com certeza já tinha ouvido de Esheva o que havia se passado, e um outro evento desse não seria agradável de se lidar. "Mandei o garoto para treinar, refinar as habilidades. Vocês sabem, toda família precisa de um paladino. E ficaram sabendo do que ele fez no desfile? Tem futuro!" quase podia ouvir seu pai dizendo para os colegas da alta sociedade.
Smirt dormiu esta noite mas não sonhou. Não sabia se estava feliz ou triste, e no final não sentiu nada. Só sabia que sua vida mudaria. Seu pai conversaria com Brogan e, em alguns anos, Smirt seria como um lobo livre para correr pelos campos. Ou mais como um urso, já que não tinha alcateia. Talvez algum dia encontrasse companheiros, em sentido na vida ou uma causa para lutar. Mas não se preocupou muito com isso. Tanto faz, pensou ele.
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2019.06.07 21:45 eliseu_videira How to convert array of arrays into a pscustomobject?

Hi,
I have a script that returns a group match regex for each row of a string.
But now I need to convert this result to an pscustomobject, but I don't know how to do this.

My objects are like this (I only need the name and values):

# this is array 0

Success : True
Name : CodAreaTarif
Captures : {CodAreaTarif}
Index : 299
Length : 5
Value : 682A

Success : True
Name : Prefixo
Captures : {Prefixo}
Index : 304
Length : 7
Value : 683238

# this is array 1
Success : True
Name : CodAreaTarif
Captures : {CodAreaTarif}
Index : 17219
Length : 5
Value : 682

Success : True
Name : Prefixo
Captures : {Prefixo}
Index : 17224
Length : 7
Value : 682103

I need to make that into an object like this:
CodAreaTarifPrefixo
682A 683238
682 682103

Can someone help me do this?
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Prefixo Prefixo Rádio J.A FM 106,9 Mhz Tomé-Açu/PA PREFIXO E SUFIXO - YouTube Prefixo - Positiva FM - 100,1 MHz - Tucumã/PA Arautos do rei - Prefixo 1996 Breve jesus vóltara - YouTube Marcos Valle - Prefixo Prefixo - Paz FM - 89,5 MHz - Goiânia/GO Prefixo - Band FM - 96,1 MHz - São Paulo/SP Prefixo 82 - Ainda Gosto de Você / Coração Deserto / Me ...

PrefixoProductions

  1. Prefixo
  2. Prefixo Rádio J.A FM 106,9 Mhz Tomé-Açu/PA
  3. PREFIXO E SUFIXO - YouTube
  4. Prefixo - Positiva FM - 100,1 MHz - Tucumã/PA
  5. Arautos do rei - Prefixo 1996 Breve jesus vóltara - YouTube
  6. Marcos Valle - Prefixo
  7. Prefixo - Paz FM - 89,5 MHz - Goiânia/GO
  8. Prefixo - Band FM - 96,1 MHz - São Paulo/SP
  9. Prefixo 82 - Ainda Gosto de Você / Coração Deserto / Me ...

Prefixo - Rádio FM Dom Bosco 96,1 MHz - Fortaleza - CE - Duration: 0:22. Enciclopédia do Rádio 14,906 views. 0:22. Nord Gospel Sessions: Kevin Powell & Glenn Gibson Jr - Tried It - Duration ... • Grupo Prefixo 82 Música: Ainda Gosto de Você Compositor: Riquinho Música: Coração Deserto Compositor: Charlles André Música: Me Espera Compositor: Thais Na... Neste vídeo o professor Laércio explica o que é sufixo e prefixo. Assista e aprenda da maneira mais didática possível. INSCREVA-SE NO CANAL SIGA O MEU INSTAG... Provided to YouTube by Believe SAS Prefixo · Marcos Valle Estática ℗ Far Out Recordings Released on: 2010-10-04 Author: DR. Composer: M. Valle Auto-generated... 50+ videos Play all Mix - Marcos Valle - Prefixo YouTube; Marcos Valle - Estatica (Full Album Stream) - Duration: 52:08. Far Out Recordings 17,396 views. 52:08. Sabrina ... Levantemos nossos olhos, redenção se aproxima! Já estamos quase ouvindo os clarins de Sua vinda. Inda é tempo de ir avante, anunciar a toda gente, Que Jesus ... Prefixo da Rádio Positiva FM, 100,1 MHz, de Tucumã, interior do Pará. ZYX 786. Canal 261. Classe B1. Rádio eclética. Prefixo da Band FM, 96,1 MHz, de São Paulo. ZYD 819. Slogan: A sua rádio, do seu jeito. Rádio do segmento popular. Emissora própria do Grupo Bandeirantes. Prefixo da Rádio Paz FM, 89,5 MHz, de Goiânia ZYT 250. Rádio do segmento gospel.